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- Itálicos
- Aspas
- Travessão, meio travessão e hífen
- Bibliografia e citações
- Instruções para quem traduz
- Instruções para quem revê
- Instruções para quem pagina
Temos um glossário em constante atualização, com os termos técnicos que surgem recorrentemente nas obras que publicamos. Consulte o glossário aqui. Se tiver sugestões de palavras que ainda não estão no glossário, envie-as para: info@monsteramedia.com
Outros documentos sobre Bitcoin, que poderá consultar caso queira saber mais sobre o tema:
- Diploma Bitcoin — Manual desenvolvido pelo Mi Primer Bitcoin, para iniciantes, em Português
- B de Bitcoin — Curso e manual elaborados pela Looking Glass, em português
Usamos o acordo ortográfico em vigor.
Para palavras com dupla grafia, preferimos a grafia anterior (característica, espectador).
Escrevemos com acento a 1.ª pessoa do plural do pretérito perfeito dos verbos da 1.ª conjugação para distinguir do presente:
- Hoje, cozinhamos um prato de peixe. (presente)
- Ontem, cozinhámos um prato de carne. (passado)
Preferimos o pronome reflexo junto do verbo principal: «pode dizer-se» (não «pode-se dizer»).
Tratamos o leitor por você, mas mantemos um tom jovem e descontraído. O público-alvo é tendencialmente jovem, moderno e informado.
Escrevemos números até dez por extenso: três, cinco, dez.
Usamos algarismos a partir de 11: 12, 15, 20.
As unidades de tempo seguem a mesma regra: três anos, 14 dias.
Usamos sempre algarismos para:
- Horas: 7 horas
- Idades: 6 anos
- Percentagens: 5 % (e deixamos um espaço entre o número e o símbolo %)
- Valores monetários: 100 EUR, 5600 USD
Para números grandes, separamos os milhares com espaço, em números com cinco ou mais dígitos: 1000, 10 000, 100 000.
Contudo, em números redondos, preferimos 15 mil, 100 milhões, em vez de 15 000 ou 100 000 000.
Alerta: o que nos EUA se chama «billion» (1 000 000 000), em português é «mil milhões». O «trillion» americano (1 000 000 000 000) é o «bilião» em português. No «quadrillion», o equivalente português é «mil biliões», e assim por diante:
| EUA | Portugal |
|---|---|
| 1 billion | Mil milhões |
| 1 trillion | Um bilião |
| 1 quadrillion | Mil biliões |
| 1 quintillion | Um trilião |
Separamos as casas decimais com vírgula: 1000,02; 10 000,50
Escrevemos números ordinais com ponto: 1.º, 20.ª
Escrevemos as guerras mundiais por extenso: Primeira Guerra Mundial (não 1.ª nem I Guerra Mundial).
Usamos sempre o código ISO 4217 de três letras para identificar moedas. Consulte aqui a lista completa de códigos.
- Primeira menção: «100 euros (EUR)», «50 dólares americanos (USD)»
- Menções seguintes: «75 EUR», «25 USD».
Embora as criptomoedas não tenham código ISO oficial, também existem códigos aceites universalmente para as mais populares:
- Primeira menção: «Bitcoin (BTC)», «Ethereum (ETH)»
- Menções seguintes: «BTC», «ETH».
Escrevemos estes códigos:
- sempre em maiúsculas: EUR, USD, GBP
- sempre depois do valor: 100 USD (não USD 100)
- com um espaço entre o valor e o código: 100 EUR (não 100EUR)
- valores grandes sem preposição: 7,8 milhões EUR (não 7,8 milhões de EUR).
Escrevemos:
- Bitcoin, com maiúscula, quando nos referimos à rede
- bitcoin, com minúscula, quando nos referimos à moeda
- o bitcoin (no masculino) em ambos os casos.
Usamos itálico para:
- títulos completos de obras literárias e de produções artísticas (filmes, quadros, músicas)
- nomes de navios e aeronaves
- marcas comerciais (mas não empresas)
- nomes de animais ou objetos personificados
- nomes científicos de animais e plantas
- palavras e expressões estrangeiras (exceto se estiverem amplamente em utilização, como internet, online, email)
- alcunhas e cognomes: Alexandre, o Grande.
Em primeiro lugar, usamos aspas angulares, «estas»: para citações, títulos de artigos, capítulos de livros.
Se precisarmos de aspas dentro de aspas, usamos:
- Em segundo lugar, aspas “curvas”
- Em último lugar, ‘plicas’.
Usamos o travessão longo (—):
- para diálogos
- para separar título e subtítulo numa mesma linha
- para apartes
- sempre com espaços antes e depois do travessão.
Usamos o meio travessão (–):
- apenas para ligar elementos em série (1–10, A–Z, 1998–1999)
- sem espaço antes e depois do meio travessão.
Usamos o hífen (-):
- para ligar elementos de palavras compostas
- para separar sílabas na translineação
- sem espaço antes e depois do hífen.
Usamos a norma APA (American Psychological Association) 7.ª edição para todas as referências bibliográficas e citações no texto. Consulte aqui a documentação completa e mais exemplos.
Exemplos de referências bibliográficas:
- Livro: Apelido, A. A. (Ano). Título do livro em itálico. Editora.
- Artigo em revista científica: Apelido, A. A., & Apelido, B. B. (Ano). Título do artigo. Nome da Revista em Itálico, volume (número), páginas. DOI ou URL
- Capítulo de livro: Apelido, A. A. (Ano). Título do capítulo. Em A. Editor & B. Editor (Eds.), Título do livro em itálico (pp. x-y). Editora.
- Recursos online: Apelido, A. A. (Ano, Dia Mês). Título do documento. Nome do site. URL
Exemplos de citações no texto:
- Um autor: (Silva, 2022)
- Dois autores: (Silva & Costa, 2022)
- Três ou mais autores: (Silva et al., 2022)
- Citação direta: (Silva, 2022, p. 45)
Na Bibliografia, os títulos de artigos, capítulos e documentos ficam em redondo (sem itálico) e sem aspas.
No corpo do texto, os títulos de artigos, capítulos e documentos ficam entre aspas.
Para citações com mais de 40 palavras, formatar como citação no Word.
- Entregar um só documento com o texto completo
- Não dar espaços nem tab no início de um parágrafo
- Não usar hifenização
- Formatar os títulos e subtítulos pela hierarquia do original (Título 1, Título 2, Título 3)
- Inserir quebra de página no final de cada capítulo ou parte
- Traduzir textos de imagens ou gráficos junto ao local onde aparecem, com indicações que permitam perceber (por exemplo: título do gráfico: Título; eixo vertical: Percentagem do PIB; eixo horizontal: Anos)
- Respeitar a fluidez da língua portuguesa e evitar construções frásicas demasiado coladas ao original.
Aceitamos notas de tradutor apenas para:
- justificar alterações necessárias (trocadilhos, piadas)
- erros claros do original que o tradutor corrigiu.
As notas de tradutores devem aparecer no corpo do texto, entre parêntesis retos, assim: [N.T.: No original «The quick brown fox», uma alusão a um pequeno texto em inglês que usa todas as letras do alfabeto: «The quick brown fox jumps over the lazy dog».]
Na revisão em Word, usar sempre o registo de alterações / track changes. Em Google Docs, modo Sugestão / Suggesting.
Além de toda a revisão linguística, ortográfica e gramatical, devem prestar atenção especial e confirmar o seguinte:
Na revisão em Word, se:
- a construção frásica soa natural em português e não há repetições de palavras ou expressões que afetem a leitura
- não há espaços entre palavras e pontuação
- não há palavras separadas por dois ou mais espaços
- as referências bibliográficas seguem a formatação APA.
Na revisão do livro já paginado, se:
- as notas de rodapé/finais estão bem numeradas e não há notas em falta
- o índice não tem erros nas páginas que indica e se os títulos são consistentes entre índice e corpo do texto
- a numeração dos capítulos segue uma lógica (e não há erros como Cap. 1 e Capítulo 2; ou Cap. 1 e Cap. II)
- as translineações estão bem feitas e não há várias linhas seguidas terminadas com translineação
- não há espaços entre palavras e pontuação
- não há palavras separadas por dois ou mais espaços.
- As reticências devem ser um único símbolo (…) e não três pontos separados
- Escrevemos os séculos em versaletes quando usamos numeração romana: século xx (e não século XX).
Se tiver críticas ou sugestões para melhorar este documento, por favor envie-as para info@monsteramedia.com ou, se estiver a realizar um trabalho de tradução ou revisão, para a pessoa da Monstera com quem está em contacto.